1º O Poder Interior

Partindo à descoberta de quem somos, e porque fazemos as coisas. É a tomada de consciência de nós próprios. Tomando responsabilidade pelos nossos actos, e não apenas culpando. Segundo o capitulo, tomando consciência somos capazes de reagir... Mudando pensamentos, e tentando mudar a situação.
A Frase que retiro é :

"Um pensamento ou uma gota de água não têm um grande peso. Se repetirmos um pensamento vezes em conta, será como uma pequena mancha no tapete, depois uma pequena poça, de seguida será uma lagoa e, com a continuação transformar-se-à num lago e finalmente num oceano. "

Revivendo momentos, lembro que também eu sou filha de uma "casa" disfuncional, motivo pelo qual a autora fala dos seus problemas.
Mas com a descoberta do motivo pelo qual existem, não descura o que sinto.
Na gíria "quando mais se mexe na porcaria pior ela cheira". Assim a autora se refere aos pensamentos.
Bem sei que pensar demais nas coisas faz moça, torna grande o que é pequeno. Mas por outro lado elas acontecem, mesmo tendo consciência das coisas. Sinto me magoada, desiludida, rejeitada, até usada. É, sim, por isso que o buraco cresceu.
Era suposto deixar de pensar, em tudo o que é mau e viver, esquecendo definitivamente o passado.

"Se poder flutuar no oceano da vida não se afogue no mar da negatividade."

Negatividade essa sim é algo que devo e tenho de mudar, a vida assim me formou. Mas não é assim que quero continuar.

Se formos capazes de tomar consciência do que somos capazes, do que nos mudou, do que nos magoa é mais fácil depois seguir em frente, sem fantasmas... mas para isso é preciso mudar. É sobre essa força necessária à mudança que se desenrola a essência do livro.

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