5º Compreender os Bloqueios que nos prendem

"Os padrões crónicos de ódio a si próprio, culpa e autocrítica aumentam os níveis de stress no corpo e enfraquecem o sistema imunitário."

Todos temos as nossas famílias (...) é fácil deitar as culpas (...) Assim não nos libertamos. Continuamos a ser vitimas e eternizamos os nosso problemas.

Os bebés não tem medo de mostrar os seus sentimentos. Vivem o momento. Com o crescimento é que começamos a escutar as pessoas e passamos a conhecer o medo, a culpa e a critica.

Precisamos de um espaço seguro para podermos processar os nossos sentimentos. Somente se nos libertarmos dos sentimentos de ira, de raiva e de vergonha poderemos progredir para um novo patamar onde seja possível amarmos a nós próprios.

Se há qualquer coisa que ainda faz que lhe provoca sentimentos de arrependimento, deixe de o fazer. Se no passado fez qualquer coisa pela qual ainda se sente culpado, perdoe-se a si próprio. Se o conseguir emendar-se, faça-o e não volte a repetir essa acção. Sempre que a culpabilidade ressurja, faça a pergunta : "No que é que eu acredito a meu respeito? ...

Quando reprimimos as emoções, quando bloqueamos as coisas, estamos a provocar um pequeno caos cá dentro.


É preciso acabar com fantasmas do passado, para que mudemos e acreditemos mais em nós, é o que retiro no geral.
Nada vale tocar na mesma tecla, no que nos aconteceu num passado longínquo.
Precisamos esquecer de vez o que não queremos lembrar.
Somos aquilo onde crescemos, o que vimos, faremos no futuro, mas se não nos agradou o nosso meio, devemos crescer e mudar pelas nossa próprias convicções.
Há ainda muita coisa que me reprime, e que reprimo. Infância dificil, adolescência marcada insegurnaça que ficou e inferioridade, amizades difíceis de arranjar... algumas delas marcam-me ainda nos dias de hoje, sei e tenho a consciência do que quero mudar. Mas a facilidade em o concretizar de momentos não é de todo fácil. Mas sabe-lo é um principio.

Se há alguma coisa no presente que me reprime? Sim.
E é algo que espero que este livro me ajude a minimizar a lembrança e o vazio que deixou.
Nunca tive muitos amigos, os que tive muitos deles se mantém até hoje.
Nunca tive um amigo com quem pude contar para tudo, daqueles que se tem desde cedo, quando o tive gozei como o pude gozar, pensei que o fosse para sempre, mas as pessoas mudam e muito, e agora já não o sinto, e continua a ressoar como passado que não continuou...e que não consigo ultrapassar, mas quero esquecer...

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