"Esteja preparado para dar o primeiro passo, por mais pequeno que seja. Concentre-se no facto de querer aprender. Vão surgir verdadeiros milagres."
Se tem um hábito do qual ainda não se libertou, faça a si próprio a pergunta: "Para que é que isto serve? O que ganho com isto?" se não consegui responder, ponha a questão de uma forma diferente: "Se eu já não tivesse esse hábito, o que é que se passava? Na maior parte dos casos a resposta seria: "A minha vida estaria bem melhor." Isto traz-nos de volta ao facto que de algum modo acreditamos não ser merecedores de uma vida melhor.
Ás vezes achamos que temos a obrigação de resolver tudo nas nossas vidas e, se calhar, temos apenas que aprender uma lição com a situação.
Se tem um hábito do qual ainda não se libertou, faça a si próprio a pergunta: "Para que é que isto serve? O que ganho com isto?" se não consegui responder, ponha a questão de uma forma diferente: "Se eu já não tivesse esse hábito, o que é que se passava? Na maior parte dos casos a resposta seria: "A minha vida estaria bem melhor." Isto traz-nos de volta ao facto que de algum modo acreditamos não ser merecedores de uma vida melhor.
Quantos de nós tem o habito de pensar em coisas passadas, principalmente em coisas passadas que nos magoaram e ainda deixam marca...
Pois é, se pensarmos bem, todos temos.
Podemos reagir de duas formas: Resolver-las, e damos uma nova oportunidade à situação.
Ou então, passamos para outra e esquecemos.
Nem uma nem outra é fácil. Não é fácil tocar nas feridas para que se curem, mas também não é facil esquecer, principalmente se as situações que se passaram foi algo com o que gostamos, ou quem gostamos. E doí, e pensamos e pensamos e voltamos a pensar. Tornando-se num habito doloroso. Se nos libertasse-mos desse habito seria muito mais fácil. Respondendo á pergunta da autora quando lia, eu disse ou pensei... "Ficaria bem melhor" sem ter lido o que se seguia, como a sua própria resposta... E fez-me pensar.
Há um ano que algo me vem doendo e roendo por dentro, tentei resolver uma vez, disse tudo o me tinha feito mudar e que me magoou, mas no fim essa segunda oportunidade que acabei por dar, sinto que foi completamente desperdiçada. Pois, pouco depois voltou a me desiludir.
E agora?! Resolvo ou deixo ser o que o tempo quiser?! Deixo correr, e continuo a pensar, a pensar no que foi e já não o é, a pensar que o que pensava ser provavelmente o seria para mim, apensas. Caso contrário a confiança que se depositava seria mutua para tudo, eu nunca escondi nada, já a outra parte... foi isso que acabou por me magoar mais! E em que ficamos?
Acho que deixei de confiar, de partilhar, de ter forças e vontade para partilhar, de querer saber... Pois antes era assim, mas o feedback que ia tendo era tudo menos o que eu depositava!
Talvez seja um deja vu, mas se o é de novo, há que pensar onde há erro... o cerne do problema. Afinal comigo é a primeira vez que o acontece... e sim sou demasiado parva, devia ser mais forte, e acabar com esse sentimento, esquecendo! Mas é bem mais forte do que eu! Afinal considerei quase como irmã!
E no fim levarei comigo uma lição, para que não aconteça de novo!
Pois é, se pensarmos bem, todos temos.
Podemos reagir de duas formas: Resolver-las, e damos uma nova oportunidade à situação.
Ou então, passamos para outra e esquecemos.
Nem uma nem outra é fácil. Não é fácil tocar nas feridas para que se curem, mas também não é facil esquecer, principalmente se as situações que se passaram foi algo com o que gostamos, ou quem gostamos. E doí, e pensamos e pensamos e voltamos a pensar. Tornando-se num habito doloroso. Se nos libertasse-mos desse habito seria muito mais fácil. Respondendo á pergunta da autora quando lia, eu disse ou pensei... "Ficaria bem melhor" sem ter lido o que se seguia, como a sua própria resposta... E fez-me pensar.
Há um ano que algo me vem doendo e roendo por dentro, tentei resolver uma vez, disse tudo o me tinha feito mudar e que me magoou, mas no fim essa segunda oportunidade que acabei por dar, sinto que foi completamente desperdiçada. Pois, pouco depois voltou a me desiludir.
E agora?! Resolvo ou deixo ser o que o tempo quiser?! Deixo correr, e continuo a pensar, a pensar no que foi e já não o é, a pensar que o que pensava ser provavelmente o seria para mim, apensas. Caso contrário a confiança que se depositava seria mutua para tudo, eu nunca escondi nada, já a outra parte... foi isso que acabou por me magoar mais! E em que ficamos?
Acho que deixei de confiar, de partilhar, de ter forças e vontade para partilhar, de querer saber... Pois antes era assim, mas o feedback que ia tendo era tudo menos o que eu depositava!
Talvez seja um deja vu, mas se o é de novo, há que pensar onde há erro... o cerne do problema. Afinal comigo é a primeira vez que o acontece... e sim sou demasiado parva, devia ser mais forte, e acabar com esse sentimento, esquecendo! Mas é bem mais forte do que eu! Afinal considerei quase como irmã!
E no fim levarei comigo uma lição, para que não aconteça de novo!
Ás vezes achamos que temos a obrigação de resolver tudo nas nossas vidas e, se calhar, temos apenas que aprender uma lição com a situação.
Pensando bem, eu não mereço ! Mereço sim o amor que todos me dão todos os dias...
e não esse (des)amor!
e não esse (des)amor!


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